Mercado de motos emplaca 205.032 unidades em Setembro de 2026
O mercado brasileiro de motocicletas somou 205.032 emplacamentos em setembro de 2026, estabilidade praticamente inalterada em comparação ao mesmo mês de 2025. A HONDA segue absolutamente dominante com 67,02% de participação no mês.
O mercado brasileiro de motocicletas somou 205.032 emplacamentos em setembro de 2026, estabilidade praticamente inalterada em comparação ao mesmo mês de 2025. A HONDA segue absolutamente dominante com 67,02% de participação no mês.
As marcas mais vendidas em Setembro de 2026
| Pos. | Marca | Unidades | Participação |
|---|---|---|---|
| 1º | HONDA | 137.408 | 67,02% |
| 2º | YAMAHA | 28.787 | 14,04% |
| 3º | SHINERAY | 11.174 | 5,45% |
| 4º | MOTTU | 7.937 | 3,87% |
| 5º | AVELLOZ | 3.260 | 1,59% |
| 6º | BAJAJ | 3.255 | 1,59% |
| 7º | ROYAL ENFIELD | 3.122 | 1,52% |
| 8º | HAOJUE | 2.250 | 1,10% |
| 9º | TRIUMPH | 1.182 | 0,58% |
| 10º | BMW | 1.156 | 0,56% |
| 11º | KAWASAKI | 1.132 | 0,55% |
| 12º | VMOTO | 916 | 0,45% |
Por que a Honda domina o mercado de motos
A liderança absoluta da Honda no mercado brasileiro de motocicletas — superando frequentemente 60% de participação — é construída sobre quatro pilares: a fábrica de Manaus (a maior do mundo em volume para a marca), a rede de concessionárias mais capilarizada do país, modelos consagrados como CG 160, Biz e Pop, e o financiamento próprio via Banco Honda.
A Yamaha mantém vice-liderança histórica com modelos como Fazer, Factor e NMAX. Já fabricantes chineses como Shineray e a marca de assinatura Mottu (operada em parceria com a Shineray) vêm ganhando terreno explorando o segmento de delivery e baixo custo.
Segmentos em destaque
O segmento street (motos urbanas de pequena cilindrada) continua sendo o maior do mercado, puxado pela Honda CG 160. Em paralelo, scooters como Honda Biz e Yamaha NMAX seguem crescendo, favorecidos pela praticidade no trânsito urbano e custo operacional baixo.
Eletrificação ainda incipiente
O mercado de motos elétricas no Brasil ainda é tímido comparado ao de automóveis. A infraestrutura de recarga limitada e o custo inicial superior são barreiras, embora marcas como Voltz, Shineray e a indiana Bajaj venham apresentando opções cada vez mais competitivas.
📊 Sobre estes dados
Este artigo foi elaborado com base no informativo mensal de emplacamentos divulgado pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), edição 285. A Fenabrave é a fonte oficial de dados de emplacamentos no Brasil.